segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Teatro do Pão

Foi proposto para os alunos aplicarem o que aprenderam sobre fermentação na forma de um teatro e o tema era a fermentação do pão. Os alunos ficaram muito empolgados pois eles mesmos elaboraram o roteiro, figurino, personagens.
A sala foi dividida em dois grupos de alunos, onde cada grupo iria elaborar uma peça de teatro. 
O primeiro grupo fez um teatro simulando um programa de culinária onde elaboraram a arte de fazer pão, enquanto que o segundo grupo simulou uma versão do programa Masterchef. 
O objetivo desse trabalho foi fazer com que os alunos aprendessem de uma maneira não convencional onde os alunos obrigatoriamente tinham que descrever o processo de fermentação do pão.
Acredito que o Primeiro grupo foi mais claro com relação à explicação do processo de fermentação, pois explicaram detalhadamente o que cada ingrediente iria interferir, enquanto que o segundo grupo foi mais direto, porém o teatro foi melhor elaborado.
Gostei muito das apresentações, pois os alunos realmente se dedicaram ao teatro e "de brinde" todos aprenderam como funciona o processo de fermentação do pão.
Após as apresentações Eu, a Patricia e a Bianca elaboramos um questionário para que os alunos apontassem suas dificuldades, o que gostaram, o que os pais achavam entre outras, e em breve irei colocar aqui o Feedback das respostas.

Máquina Tadeusz Kantor - SESC Consolação


Fui visitar a mostra Máquina Tadeusz Kantor - Exposição do multi-artista polonês Tadeusz Kantor, no Sesc Consolação, ao chegar lá, me deparei com um cenário que ao meu ver era aterrorizante e ao mesmo tempo instigante.
Quando me deparei com os objetos expostos, pude observar uma grande diversidade nas obras encontrando pinturas, filmes, e o objetos de modo geral. Isso indica que ele conseguiu ser crítico em diversos tipos de situações, isto é, que ele pode abstrair de cada momento um tipo de sentimento e expor os seus sentimentos/forma de pensar em diversos tipos de arte.
Achei que a frase: “Quer seja teatro, pintura, desenho ou um livro – tudo surge de maneira estranha, e eu posso fazer qualquer coisa. Não dá para dizer “o teatro acaba aqui e a pintura começa aqui” – para mim, é tudo a mesma coisa”, seria um desabafo do artista sobre a questão interdisciplinar, que a meu ver ele quer dizer podemos expressar os mesmos sentimentos, pensamentos, opiniões mesmo que utilizamos formas diferentes de comunicação tomando o mesmo sentido, e isso retrata também o professor crítico, que consegue formar opinião sobre diferentes situações e transmiti-la utilizando formas alternativas de expressão.















Jurjo Santomé: Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado


Como pude observar fazendo a leitura da Introdução e do Capítulo 1 do livro “Globalização e Interdisciplinaridade: o currículo integrado”, o modelo pedagógico é comparado com o modelo industrial, isto é, o que acontece na indústria (estrutura do chão de fábrica), de certa forma reflete o que acontece na educação.
Inicialmente com o Fordismo, o operário não tinha nenhum tipo de responsabilidade e poder de decisão, desta forma, podemos dizer que ele era refém de um sistema e era facilmente substituível, pois não era necessário ter qualidades específicas para trabalharem. Esse sistema era refletido no ensino também, onde os professores não tinham nenhum tipo de participação no projeto pedagógico e era responsável apenas em transmitir conhecimento pro aluno, que em troco de notas, tinha que simplesmente memorizar conteúdos que muitas vezes não tinham sentido.
Com o surgimento do Toyotismo, a visão de que a opinião do operário não era importante foi mudada, com isso, por uma questão de estratégia empresarial, os operários passaram a ter autonomia e em muitas industrias deixaram de exercer atividades simplesmente mecânicas e começaram a desenvolver atividades mais intelectuais. No contexto escolar, os professores deveriam ter autonomia para trabalhar nas salas de aula e o aluno deveria ser crítico, mas como o autor já cita “Resta saber se esta nova linguagem é real, fruto de uma verdadeira confiança na participação democrática, ou se é apenas uma mudança de linguagem, até convertê-la em um simples conjunto de slogans sem qualquer conteúdo”, isto é, se essa idéia de tornar o professor reflexivo realmente está sendo colocada em prática ou se isso é apenas um tipo de ilusão com a classe.
Essa proposta leva a entender que se de fato ela estivesse sendo colocada em prática, o professor deixaria de reproduzir os conteúdos pré definidos na lousa e passaria a ser crítico, analisando os alunos intelectualmente, culturalmente, socialmente. Já os alunos deixariam de ser meros espectadores e passariam a ter um papel ativo em sua formação tanto escolar, quando social, pois iriam desenvolver um senso crítico.

domingo, 27 de setembro de 2015

Minha Primeira Visita na "E.E Visconde de Taunay"


Minha primeira experiencia na escola foi breve mas foi muito importante para poder conhecer os alunos, a Professora Raquel, e o ambiente o qual eu iria passar algumas tardes e também para saber qual seria o meu papel na escola.
Cheguei na escola um pouco apreensivo pois não sabia o que esperar, mas me senti bem a vontade. Conheci a Professora Raquel e fomos para a primeira aula do dia, ao chegar na sala de aula, me deparei com uma realidade a qual eu já havia passado (logicamente) e a primeira coisa que me veio na cabeça foi "já estive daquele lado". A aula começou eu eu havia me esquecido o quanto a questão da indisciplina está presente no cotidiano escolar, e pude observar que os alunos não estavam muito preocupados em ter aula, mas a Professora soube lidar bem com a situação da sala.
Com relação ao cotidiano escolar, acredito que a teoria é "tudo muito lindo', mas na prática tudo é muito difícil, devido a situações que os professores estão sujeitos como falta de recursos para facilitar o ensino-aprendizagem, más condições das dependências da escola, indisciplina dos alunos, entre outros.
De modo geral, gostei muito da minha primeira experiência na escola, pois foi diferente do que havia estudado na universidade e pude observar as características dos alunos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Primeiras impressões sobre o PIBID


Iniciei na ultima reunião do mês de agosto, minha primeira impressão foi que nós tínhamos muito trabalho à fazer e que iria demandar muita dedicação.
Conhecia as coordenadoras do PIBID Interdisciplinar o que me deixou um pouco menos assustado do que meus companheiros que haviam acado de se tornar um pibidiano, o que me fez ficar um pouco mais tranquilo pois as atividades de teatros, danças e musiquinhas eu já estava esperando que fosse acontecer. Durante a reunião acabei escolhendo a escola que iria participar, e escolhi a E.E. Visconde de Taunay, com supervisão da Professora Raquel.
Saí da reunião com muitas duvidas (mais do que quando eu entrei) e fui sanar elas com meus novos colegas, e foi muito útil saber as experiencias deles, as dicas e saber que poderia contar com eles para fazer as visitas na escola.
Acabou que foi super legal pra mim poder estar ingressando no projeto e poder ajudar a mudar o ensino publico.